Wine, v. 1.0

quarta-feira, 26 de março de 2008

“Depois de 15 anos de desenvolvimento, a equipe do Wine anunciou a data para lançamento da versão 1.0 para o dia 8 de Junho, além de outras informações.”

Enviado por Eduardo Torres Noguti (eduardoΘkees·com·br) - referência (wiki.winehq.org).


Olá, boa noite.


Fiquei feliz com essa notícia, afinal é mais que merecido. O projeto Wine é além de tudo, uma forma (saudável) de solucionar algumas situações.
Ponto positivo e parabéns a todos os envolvidos.

Referência: Br-Linux

Ministro Gilberto “Geek” fala à Folha sobre software livre

segunda-feira, 24 de março de 2008

“O ministro hacker da Cultura do Brasil tem posições conhecidas sobre inclusão digital, software livre e sobre a cultura digital. No especial de 25 anos do caderno de Informática, ele fala sobre a importância da inclusão digital. Para Gil, ampliar o acesso aos computadores e a internet é uma chance de “países como o Brasil, como os países da África, darem a largada junto com os países tradicionalmente na ponta em ciência e tecnologia” na economia digital.

“E o software livre, claro, faz parte disso. É aberto, é gratuito. Hollywood tem usado o software livre nos efeitos especiais, porque é inteligência, efeito especial é inteligência e software livre é muita inteligência junta, uma comunidade ativa”, diz Gil”

Ponto positivo pra ele. (Y)

Referência: Br-Linux

Algumas soluções...

sábado, 22 de março de 2008

Boa tarde.

Apresento mais algumas soluções (que também enviei a nossa consultoria):

- 7Zip, em substituição ao WinZIP ou WinRAR;
Livre de custos (GNU LGPL) e compatível com praticamente todos os formatos de compactação. Além de extremamente leve e eficiente.

- PDFCreator, em substituição ao PDF995;
Livre de custos (Opensource) e extremamente eficiente. O 995 é adware (precisa de registro pra evitar as publicidades).

- Foxit, em substituição ao Acrobat Reader;
Aqui, eu tive que fazer algumas análises pra tirar uma conclusão mais apurada. No quesito custos, ambos são freeware. Em consumo de memória, não há diferença perceptível (algo em torno de 1mb de diferença). Porém, no tamanho do arquivo para instalação e no tamanho do arquivo instalado, existe uma discrepância enorme. Além disso, o Acrobat Reader é intrusivo (se auto-instalando no iniciar).
Foxit (instalador) : 3,6mb.
Acrobat Reader (instalador) : 22,3mb.
Foxit (instalado) : 5~10mb.
Acrobat Reader (instalado) : 150~200mb.
Eu já havia usado o Foxit portable, e agora recomendo também sua versão pra desktop's.

- Reforçando, BrOffice, em substituição ao MSOffice;
Exclusivamente, custos. Tarefas básicas (e até relativamente complexas), podem ser executadas no BrOffice sem dificuldades. Acredito que qualquer Empresa que não exija recursos mirabolantes de um pacote de escritório, deva olhar com mais atenção ao BrOffice. Sua adoção é extremamente importante e altamente saudável.

Bom, todas essas soluções podem ser aplicadas em plataforma MS, como é o caso da maioria das Empresas (na utilização de Desktop's/Office e demais recursos de departamentos). Uma dica importante, no caso do BrOffice é a configuração de como salvar os arquivos (extensões). Acesse: Ferramentas / Opções, o item Carregar/Salvar e altere o padrão Tipo do documento de Texto: em vez de Open Document, selecione Microsoft Word 97/2000/XP (faça o mesmo para as planilhas). Isso vai evitar problemas de compatibilidade entre os documentos.

---

Novo layout;

Como podem perceber, remodelei algumas coisas na páginas e também criei um banner (já era hora!) no GIMP. Gostaria de agradecer a todos que visitam, comentam e simpatizam com nossos ideais. O intuito é sempre levar soluções aos iniciantes e porque não, aos experiêntes, dentro desse Universo tão vasto e maravilhoso. Que o MPL possa contribuir no sentido de agregar conhecimento, discussões, soluções e experiências. Porque o conhecimento se faz coletivamente.
Por falar em MPL (acrônimo de Mudando Para o Linux), nunca é demais lembrar da GPL (General Public License/Licença Pública Geral), idealizada por Richard Stallman no final de 1980. Ela se baseia em 4 liberdades:

1. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
2. A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
3. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
4. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles (liberdade nº 3). O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Bem, é isso... em breve mais novidades.

[]'s, boa Páscoa e até a próxima!

Referências: Google, Wikipédia, Infoneural

Projeto (piloto) - Adoção BrOffice

terça-feira, 18 de março de 2008

Boa noite.

Postando diretamento (via Wi-Fi) da sala 219 (Unimonte/Santos), no curso de Pós-Graduação em TI.

Num momento ou outro de espaço pra visitar o reader, me deparei com essa que tem sido uma idéia/plano há tempos. Coincidentemente, enviei hoje para o nosso consultor uma proposta de projeto piloto de adoção do mesmo.

Eis um trecho:

“Abordarei nesta postagem uma solução voltada principalmente para empresas, seja de pequeno, médio ou grande porte. Se o assunto é legalização de software e economia, apresentamos a quem não conhece a suíte livre BrOffice, versão brasileira do OpenOffice. Estou trazendo para os leitores a experiência de uso do BrOffice em 68% das estações da empresa onde trabalho. Vale lembrar que no meu caso instalei o BrOffice nas estações que possuem Windows XP Professional.

Resolvi aderir a esta mudança após a decisão de regularizar todos os softwares utilizados na empresa. Inicialmente não foi fácil fazer as pessoas se acostumarem a usar uma coisa que nunca tiveram contato. A rejeição foi pequena (20% não se adaptaram à nova ferramenta). As maiores reclamações foram das pessoas dos setores financeiro e faturamento.”

Enviado por Diego Santos (diegoΘmormaiisunglasses·com·br) - referência (infoneural.com).

Espero que o projeto seja adotado o quanto antes. Já está mais do que provado que o BrOffice é capaz de suprir as necessidades básicas de um pacote de escritório (até que os mesmos sejam migrados quase que totalmente pra web, como já é praticamente o meu caso, já que 90% dos meus documentos, estão Google afora...enfim). Agora, não sou leviano a ponto de querer competir algo ou alguém com o Excel, que é uma ferramenta altamente rica e praticamente imbatível nesse sentido. Porém, é fato também que nem todos precisam de 50% de suas ferramentas (e agora, abas de botões). Na sua grande maioria, se usa muito pouco de seus recursos. Aí entra o Calc, o Writer, enfim... justamente nesse nicho.

Bom, é isso... em breve, espero ter novidades (boas) nesse sentido.

[]'s

referência: www.infoneural.com

GNOME 2.22

sexta-feira, 14 de março de 2008

Com muitas novidades interessantes, chega ao fim mais um ciclo de lançamentos GNOME, culminando na melhor versão até hoje feita. Além de novidades para usuários, como a adição dos programas Cheese e Vinagre, temos novidades para desenvolvedores, com a entrada do Anjuta e com a nova biblioteca de programação GIO, no lugar do antigo GNOME-VFS. Tivemos melhoras também no quesito acessibilidade, no ORCA e no mouse.

Leia mais...



Perguntas que todos fazem e ninguém sabe a resposta

sábado, 8 de março de 2008

Recebi esse e-Mail e achei interessante compartilhar.

---

Qual a diferença entre MP3, MP4, MP5 e MP6?

MP3:


MP3 é o formato de compressão de áudio que causou uma verdadeira revolução. Arquivos de áudio podem ser convertidos em MP3, com poucas perdas de qualidade (as pessoas “comuns” como eu não conseguem perceber a diferença), ocupando apenas cerca de 10% do espaço de armazenamento necessário para o formato digital do CD de áudio.

O que comumente se chama de “MP3″, ou “tocador de MP3″ são aqueles pen-drives que tocam música e sintonizam rádio FM.

MP4:

O MPEG4 é um padrão de compressão de vídeo, que causou na indústria a mesma revolução que o MP3. Graças ao MPEG4 um filme de uma hora e meia de duração, que no formato de DVD ocuparia quase 5GB de espaço, pode ser colocado em um mero CD de 700MB, com pouca perda de qualidade de imagem. A trilha sonora, em MP3, nem chega a ser relevante em termos de tamanho de arquivo, neste caso.

O “MP4″ da indústria é a versão do “MP3″ acima com uma telinha de LCD, capaz de reproduzir vídeos.

MP5:

Agora começamos a entrar na área do que considero o absurdo da indústria de cacarecos. Considerando que MP é a abreviatura de MPEG, Moving Picture Expert Group, não caberia ninguém exceto o próprio MPEG criar novos padrões e nomenclaturas. Contudo, já criaram por aí o “MP5″, que nada mais é do que o mesmo MP4 acima descrito, mas com câmera digital integrada, capaz de tirar fotos e em alguns casos também filmar. Conheça + e compare preços

MP6:

Se falar em MP5 para referir-se a um tocador de vídeos MPEG4 com câmera digital e rádio FM já me parece absurdo, falar em MP6 então é o cúmulo. Tem agendas de telefones e de compromissos, acessa Internet, roda programas e jogos em Java, envia e recebe e-mails.



Agradeço à Martha.